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Fitoterapia
 


Conceito:

A fitoterapia pode ser historicamente definida como a ciência que trata dos problemas de saúde utilizando os vegetais (fitocomplexo), sendo contemporânea ao início da civilização.

Conheça um pouco de sua História:

O primeiro manuscrito conhecido a seu respeito é o chamado Papiro de Ebers, que leva o nome do notável egiptólogo que o descobriu em Luxor e o traduziu.

Manuscrito anterior a 1.500 anos A.C., é resquício da antiga civilização egípcia, o que demonstra que o faraó Ramsés I e seus contemporâneos já conheciam e faziam uso medicinal dos vegetais.

Ali estão detalhadamente descritas centenas de plantas medicinais e os métodos para a sua utilização no combate às enfermidades.
Algumas espécies, aliás, são de uso popular até os dias de hoje, tais como a papoula, meimendroscilla marítima e sene.

No ano de 280 A.C., inicia-se o período de Hipócrates, considerado "o pai da medicina", com a publicação da "Corpus Hippocraticum", consagrando a existência da terapia com os vegetais. Sucedeu-o com estudos muitos outros.

Mais tarde, adquiriram-se novos conhecimentos acerca das substâncias químicas extraídas dos vegetais, tais quais o quinino, cafeína, colchicina, codeína, teobromina, cocaína, efedrina, teofilina. Isolou-se a morfina, a estricnina e a emetina.
E, muito mais recentemente, a ergotamina, vinblastina e vincristina, bem como a digitalina, ou abaína e a artemetina.

Desse modo, a partir do início da sintetização de substâncias de estrutura química definida e de ação farmacológica iniciou a Fitoterapia um ciclo declinante, com a diminuição da prescrição médica de produtos vegetais. As plantas medicinais foram praticamente esquecidas, cedendo lugar às drogas sintéticas. Tal fase percorre o início da década de 50 até o final dos anos 70.

A partir da década seguinte, porém, constata-se um brusco e crescente interesse pelos recursos fitoterápicos. Os grandes centros de pesquisa em todo mundo direcionaram, com vivo entusiasmo, vultosos recursos, tanto governamentais como de iniciativa privada, para a pesquisa de propriedades curativas das plantas medicinais. Multiplicaram-se na imprensa informações sobre as vantagens da farmacobotânica. Tal movimento foi naturalmente acompanhado pelo surgimento de um número expressivo de estabelecimentos comerciais especializados em ervas.

Desde então a busca pelo aperfeiçoamento da qualidade tem sido cada vez maior, visando sempre o bem-estar e a saúde.

Sérgio Tinoco Panizza

***Farmacêutico-Industrial, Diretor Científico da ABRAFITO (Associação Brasileira de Fitoterapia), Consultor de revistas ligadas à área de saúde, Consultor Científico do Laboratório Panizza.

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